Paróquia Santo Antônio - Itapira - Diocese de Amparo
 
 

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Catequese Litúrgica – A Comunhão:

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Jesus, na última ceia, depois de partir o pão, ele o deu a seus discípulos, dizendo: Tomem e comam... Tomem e bebam... Na Eucaristia, ceia pascal cristã, somos convidados a comer do Corpo doado e beber do Sangue derramado do Cordeiro de Deus, imolado para a vida do mundo. Comungar juntos na ceia eucarística é participar da Páscoa de Jesus, é tornar-se um só com Ele em sua entrega, em sua morte e ressurreição, é receber a força renovadora do seu Espírito, dispondo-se com alegria a continuar no mundo a sua missão. Comungar é ação comunitária. Todos nós formamos um só corpo em Cristo - o corpo do Senhor, a sua Igreja e todos nós participamos do mesmo pão da unidade que é corpo do Senhor, a comunhão (cf. 1Cor 10,17). Não se pode isolar o ato de comungar do conjunto da Liturgia Eucarística. É o pão e o vinho trazidos na procissão das oferendas, sobre os quais se pronunciou a oração eucarística, e foram oferecidos em oblação ao Pai, que serão repartidos e oferecidos ao corpo do Senhor, a Igreja. Dar a comunhão também faz parte do ministério do sacerdote que preside a celebração, como principal servidor da assembleia, podendo ser auxiliado por outros(as) ministros(as), chamados ministros(as) extraordinários(as) da distribuição da sagrada comunhão eucarística. A procissão dos fiéis para receber a comunhão representa o Povo de Deus caminhando, a Igreja peregrina alimentada com o pão da vida que é Jesus. Nessa procissão, cantamos um canto que acompanha o rito da comunhão. O “Amém” ao Corpo de Cristo é uma aclamação que confirma e consolida nossa livre e consciente acolhida, nossa adesão e nosso reconhecimento. Amém é uma palavra de origem aramaica que significa “assim é”; “eu creio”; “eu quero que seja” etc.
Depois de distribuída a comunhão fica bem um momento de silêncio para viver a experiência do Senhor acolhido em nós. A seguir o sacerdote que preside a celebração convida a assembleia à oração, proferindo a oração após a comunhão, a fim de implorar os frutos do mistério celebrado. Comungamos o Cristo para que se realize o que São Paulo nos diz: “Até que Cristo se forme em vós” (Gl 4,19). Nele, por ele e com ele vamos configurando o nosso ser, o nosso pensar e o nosso agir, para que nos tornemos verdadeiros cristãos em processo de conversão. Consequentemente, é nesta comunhão com Cristo que se realiza a comunhão no corpo de Cristo, a Igreja.
Comungar na boca ou não mão?
Pode-se comungar na boca ou na mão. Quem distribui a comunhão deve respeitar o modo como o fiel deseja comungar. No entanto, por motivo de higiene, é preferível comungar na mão. Receber a comunhão na mão não é novidade na Igreja, pois assim se fazia nos primeiros nove séculos da Igreja. O perigo de profanação da comunhão tanto existe para quem recebe na mão como na boca. Se acreditarmos que o fiel não pode tocar a Eucaristia, toca-a do mesmo modo tanto com a boca como com as mãos. Tanto a mão como a língua comete pecado do mesmo modo (cf. Sl 39,1; Tg 3,5-8). Para receber a comunhão na mão, o modo mais expressivo é o de estender a mão esquerda, bem aberta, colocando-a em cima da mão direita, como se fosse um trono para receber um Rei. Em seguida, com a mão direita tomar o Pão e comungar ali mesmo, diante de quem deu a comunhão, antes de voltar a seu lugar. Não se “pega” o Pão oferecido com os dedos - à maneira de pinças -, mas deixa-se que ele seja colocado dignamente na palma aberta da mão. Também não se leva o Pão colocado na mão esquerda diretamente à boca. Nem se fica passando a hóstia de uma mão para a outra. Não é necessário fazer o sinal-da-cruz nem antes e nem depois de comungar. Não é costume nas comunidades da nossa paróquia receber a comunhão de joelhos e nem ajoelhar-se antes de receber a comunhão. Sendo a Missa uma celebração comunitária, deve-se seguir aquilo que faz a maioria, para que também em seus gestos haja verdadeira comunhão entre os fiéis.
Fonte: Instruções práticas sobre a liturgia
 
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